A Páscoa fala de recomeços.

Mas há coisas que não recomeçam sozinhas.

Seis meses no mercado não é azar.

Nem é o mercado.

Nem são os compradores.

É o preço.

Se estivesse certo, já tinha vendido.

Mas alguém lhe disse o que queria ouvir.

E isso sabe bem… no início.

Depois vem o silêncio.

As visitas que não aparecem.

E a dúvida.

"Será que está caro?"

Não é "será".

Está.

Quem pode pagar, não aparece.

Quem aparece, não pode pagar.

E fica no lugar mais difícil:

nem vende… nem percebe porquê.

A verdade?

Uma casa bem posicionada não fica meses à espera.

Não precisa de sorte.

Precisa de realidade.

Se quer mesmo vender — e não voltar a ler este email daqui a seis meses —

comece pelo único sítio que faz sentido: perceber onde está.

Se fizer sentido, vamos conversar.

Boa Páscoa.

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