Receber duas propostas pela sua casa costuma parecer o melhor dos cenários.
Foi exatamente isso que aconteceu neste caso.
Duas visitas seguidas. Dois interessados.
E, no mesmo dia, duas propostas em cima da mesa.
Uma mais alta. Outra um pouco mais baixa.
Sentado à mesa da cozinha, olhou para os números.
A diferença parecia justificar a escolha.
Ligou ao outro comprador.
Agradeceu o interesse e disse que a casa já não estava disponível.
Do outro lado, uma pausa.
Um “ok, obrigado na mesma”.
Desligou tranquilo.
Na cabeça, o assunto estava resolvido.
Mas não estava.
A proposta mais alta dependia de financiamento.
E o banco não aprovou o valor esperado.
Faltava pouco.
Mas foi o suficiente para o negócio não avançar.
Quando tentou recuperar o outro comprador, já era tarde.
Entretanto, tinha avançado para outra casa.
No fim, ficou sem nenhuma proposta.
Isto acontece mais vezes do que parece.
Porque quando se olha apenas para o valor, fica sempre a faltar uma parte da decisão.
Há uma pergunta que faz toda a diferença:
O que precisa de acontecer para esta proposta se concretizar?
É essa resposta que separa uma proposta “boa no papel” de um negócio que chega até ao fim.
Se está a pensar vender e quer tomar decisões com mais segurança, posso ajudar.
Basta responder a este email.
Joaquim Mota
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